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26 de abril de 2015

A gente se acostuma mas não devia de Marina Colasanti

         A crônica abaixo é uma de minhas favoritas, ela causa em nós uma reflexão sobre nossas vidas e como nos acostumamos com a mesmice cotidiana e assim deixamos que a vida passe. Assim nos acostumamos com os clichês banais e esquecemos que não deveríamos nos acostumar porque assim como o tempo passa um dia nós também passaremos. Um recitação incrível da voz marcante de Antônio Abujamra (Provocações, TV Cultura) e uma construção musical incrível unida a imagens cotidianas retratadas de uma forma que não é comum percebermos. Espero que gostem do Entre Aspas de hoje! 



Mais sobre a escritora Marina Colasanti aqui



20 de dezembro de 2014

Entre Aspas: A Sorte

para o rico, enriquecer mais
Para o pobre, se tornar rico

Para o que tem fome, se alimentar 
Para o que tem sede, saciar-se 
Para o doente, curar-se 
Para o musico, ter sucesso
Para o jogador, fazer um gol
Para o cozinheiro, receber uma ótima critica 
Para o apaixonado, a sorte vai além
Ele precisa ter sorte de Enriquecer mais seu coração com doses de Alegria
Ter a sorte de se tonar rico de afeto
Ter a sorte de se alimentar da paixão de sua amada 
Ter a sorte de saciar sua sede de prazer
Ter a sorte de curar-se de um antigo amor e embarcar num novo
Ter a sorte de a cada dia sentir a emoção de um gol em um beijo 
Ter a sorte de que quem o ver poder querer fazer o mesmo que ele, como faz um critico ao cozinheiro
Mas o apaixonado só quer ter uma sorte
A sorte de nunca mais precisar de sorte pra encontrar alguém que lhe dê tanta sorte.


Autor: Nathan Ribeiro (https://www.facebook.com/nathan.ribeiro.7)


Na tag "Entre Aspas" estão textos de autorias diversas que não são meus. Coloco nessa tag tudo que eu gostaria que vocês lessem e os textos que guardo com carinho. Espero que gostem!
10 de junho de 2014

Entre Aspas: TER OU NÃO TER NAMORADO

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo. 
Namorado é a mais difícil das conquistas. 
Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão, é fácil. 
Mas namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida; ou bandoleira basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. 
Quem não tem namorado é quem não tem amor é quem não sabe o gosto de namorar. Há quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. 
Não tem namorado quem não sabe o gosto de chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. 
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. 
Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar. 
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário. 
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, de fazer cesta abraçado, fazer compra junto. 
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. 
Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira - d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro. 
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. 
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada, ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais. 
Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. 
Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. 
Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo. 
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. 
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria. 
Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. ENLOU-CRESÇA.


Autor: Artur da Távola. 

Oi galera esse texto foi recitado pelo meu querido professor de história Rodrigo França. Feliz dia dos namorados para vocês. 
29 de julho de 2013

Entre aspas: METADE

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.



Metade, de Oswaldo Montenegro é uma música que ouvi recitada em forma de poesia por um professor de história chamado Rodrigo França. Bem acho que não tenho que acrescentar nada a essa poesia. Só deixo um recadinho seja você a sua outra metade que seu namorado ou namorada não seja metade mas o que te faz transbordar de sentimentos. Beijos, espero que volte sempre ao meu jardim! 
21 de dezembro de 2012

Entre Aspas: Sem nome


Você precisa fazer alguma coisa, as pessoas dizem. Qualquer coisa, por favor, as pessoas dizem. O que não dá é pra ficar assim. Nem que seja piorar, nem que seja enlouquecer. Olho o rosto das pessoas. Tem os ossos, dai tem a parte de dentro. Tem os olhos e tem o fundo dos olhos. Da boca saem esses sons. De repente alguém encosta em mim. Pra perguntar com o quentinho da mão se estou ouvindo e entendendo. Sorrio e torço pra pessoa ir embora. Torço pra alguém chegar, só pra torcer bem pouquinho por algo. Mas dai a pessoa começa a falar e torço pra pessoa ir embora. Não tem o que fazer, não tem o que dizer, não tem o que sentir. Sou uma ferida fechada. Sou uma hemorragia estancada. Tenho medo de deixar sair uma letra ou um som e, de repente, desmoronar.

Quando toca uma música bonita, minha ironia assovia mais alto. Um assovio sem melodia. Um assovio mecânico mas cuidadoso, como tomar banho ou colocar meias. Outro dia tentei chorar. Outro dia tentei abraçar meu travesseiro. Não acontece nada. Eu não consigo sofrer porque sofrer seria menos do que isso que sinto. Tentei falar. Convidei uma amiga pra jantar e tentei falar. Fiquei rouca, enjoada, até que a voz foi embora. Tentei aceitar o abraço da minha amiga, mas minha mão não conseguiu tocar nas costas dela. Não consigo ficar triste porque ficar triste é menos do que eu estou. Não consigo aceitar nenhum tipo de amor porque nenhum tipo de amor me parece do tamanho do buraco que eu me tornei. Se alguém me abraçar ou me der as mãos, vai cair solitário do outro lado de mim.

Se eu pudesse usar uma metáfora, diria que abriram a janela do meu peito e tudo de bom saiu voando. Eu carrego só uma jaula suja e escura agora. Se eu pudesse usar uma metáfora, eu diria que tiraram as rodinhas dos meus pés. Eu deslizava pelo mundo. Era macio existir. Agora eu piso seco no chão, como um robô que invadiu um planeta que já foi habitado por humanos. Mas eu não posso usar metáforas porque seria drama, seria dor, seria amor, seria poesia, seria uma tentativa de fazer algo. E tudo isso seria menos.

Não briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa. Forço um pouco e penso que o nome é morte. Me sinto morta. Sinto o mundo morto. Mas se forço um pouco mais, tentando escrever o mais verdadeiramente possível, percebo que mesmo morte é muito pouco. Eu sem nome você. Eu sem nome nós. Eu sem nome o tempo todo. Eu sem nome profundamente. Eu sem nome pra sempre.

Autora: Tati Bernardi, escritora, roteirista, contista, cronista, tem um jeito próprio de se expressar já trabalhou para as melhores revistas e jornais do Brasil e atualmente é contratada pela Globo. Quem nunca ouviu falar nesse nome? Talvez você nunca ouviu o nome desse gênio mas com total certeza afirmo que já leu algo escrito por ela no perfil de alguma rede social daquela pessoa memorável que conhece os escritos da Tati. Escreve com um jeito próprio e revoltado de uma adolescente mas sabe ser forte e madura quando necessário Tati Bernardi é simplesmente uma das minhas cronistas favoritas.
4 de outubro de 2012

Entre Aspas: O que você quer ser quando você morrer?

Talvez sempre tenha sido assim: nossos pais, avós e outros antepassados desconectados viviam o que aparecia pela frente, surfavam nas ondas do destino, de vez em quando deixavam uma delas passar porque estavam distraídos ou preguiçosos, e um dia morriam. De sopetão ou com aviso prévio, eles morreram quando o coração parou de bater, igualzinho vai acontecer comigo e contigo, ainda bem.

O que mudou, além da idade média e causas dessa mortalidade, é que eles deixaram de herança suas calças com a barra gasta de tanto arrastar, um sofá rasgado, a poupança ou as dívidas no banco, a gilete enferrujada na pia, um vinil na estante, a lista de compras na geladeira e quem sabe cartas secretas de uma antiga namorada no fundo da gaveta.

Depois de mortos, os utensílios de uso pessoal dessa gente sortuda iam para o lixo, os pertences úteis para um bazar e as cartas poderiam até quebrar o coração da viúva, mas então eram queimadas e desapareciam, ou apenas desbotavam. Os mortos viravam memórias, anedotas, jargões, princípios transmitidos indiretamente pelas lembranças subjetivas de quem participou de uma parte de suas vidas.

Nem todos conseguiram manter uma reputação positiva, é claro, mas justamente o fato de não poderem falar por si mesmos lhes confere um certo benefício da dúvida. Quando eles morreram, levaram consigo peças fundamentais para que completemos o quebra-cabeça do que foi a vida deles.

As peças do nosso estamos deixando, todos os dias, em lugares da internet dos quais já não nos lembramos, sob a guarda de termos de serviço que não lemos.
Você já buscou algum nome no Facebook de alguém que morreu de forma repentina e virou notícia de jornal? Geralmente, o perfil dessa pessoa desconhecida é aberto, e ali você descobre qual foi a última coisa que ela digitou, vê as fotos das últimas férias dela, do casamento. Você encontra o blog dela, lê seus textos escritos naqueles momentos de mágoa descontrolada que provavelmente nem ela releu nos meses seguintes, pois seguramente se arrependeria de ter publicado aquilo para quaquer um ler.
Tenho medo de poucas coisas na vida. Morrer não é uma delas, mas perder o controle da minha vida porque a tecnologia é cada vez mais avançada me parece sinal de que nossa humanidade está perdendo a corrida. Você sabe em quantos sites tem perfil? Lembra da senha de todos eles? Já fez alguma busca nos arquivos da internet atrás dos seus rastros inapagáveis?
Não precisa levantar o dedo, eu sei que você já se arrependeu de algo que já deixou registrado na internet. Enviar para o mundo aquele pensamento que mal tivemos tempo de formular é fácil porque digitar na tela sensível a toque é mais rápido que refletir sobre o que realmente queremos dizer.
Completo 30 anos nesse mês. Metade deles passei online, primeiro em bate-papos e mensageiros instantâneos com primos, amigos, uma menina com Síndrome de Down na BBS e um garoto de Karachi que usava o apelido MA$E no iCQ. Desde os 18 produzo e publico conteúdo em texto, fotos, vídeos e até em alguns arquivos de áudio.
Há anos alguma lembrança sobre o que publiquei me vem à mente esporadicamente, e instantaneamente corro para checar quão público é aquele detalhe que eu, em certo momento, achei relevante expor a um nível que eu sequer consigo medir.
Há meses penso em escrever sobre isso, mas as ondas da vida são cada dia mais parecidas com as praias do Havaí do que com a nossa pacata Enseada, no Guarujá.
Há semanas eu engasguei durante uma despretensiosa soneca. Estava sozinha em casa, acordei com a garganta fechada, saltei da cama desesperada em busca de fôlego, e em poucos segundos já respirava normalmente. Talvez eu nem sequer tenha chegado perto da morte, e por isso tenha levado ainda um bom tempo para chegar ao décimo-primeiro parágrafo desse texto que tem martelado tanto na minha cabeça. Mas vamos morrer do jeito que escolhemos viver, e gostaria de refletir sobre a possibilidade de termos concordado em deixar nossas escolhas de vida nas mãos alheias.
Esse é o primeiro de uma série de textos que eu gostaria de escrever sobre esse assunto. Privacidade, auto-censura, segurança e também a insegurança são alguns dos fatores que merecem atenção nesse debate, além dos detalhes que eu ainda não cogitei e que vocês podem sugerir nos comentários. Em breve eu volto, se até lá eu não morrer ou me distrair…


Autora: Ana Carolina Moreno (1982) é graduada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (2006), com especialização em Edição em Jornalismo pela Universidade da Coruña (2009). Já trabalhou em jornais, revistas e sites de notícias no Brasil e na Espanha, além de ter experiência como correspondente internacional na Argentina, Cabo Verde, Chile, França, Suécia e Turquia. 


5 de julho de 2012

Entre Aspas: Filosofia do sucesso


Se você pensa que é um derrotado, você será um derrotado. Se não pensar, quero a qualquer custo não conseguira nada. Mesmo que você queira vencer, maspensa que não vai conseguir, a vitoria não virá pra você. Se voce fizer as coisas pela metade você será fracassado. Nos descobrimos neste mundo que o sucesso começa pela nossa intenção, por exemplo “Eu acho que vou me dar bem se fizer tal coisa”. E tudo se concretiza pelo nosso espirito. Se você pensa que é um malogrado, você se torna como tal. Se você almeja atingir uma posição mais elevada. Deve antes de obter a vitória dotar-se da convicção de que consiguira infalivelmente. A luta pela vida, nem sempre é vantojosa aos fortes, nem aos espertos mas cedo ou mais tarde. Quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente. ” EU CONSEGUIREI”. 


Retirado do caderno de quando minha mãe era adolescente (Nivia Vicente -  Carol Oliveira "Via - Utopia-ecletica")
14 de junho de 2011

Entre Aspas: Homenagem ao grande Escritor Mario Quintana

Homenagem ao grande Escritor Mario Quintana

-Mario Quintana (escritor gaúcho nascido em 30/07/1906 e morto em 05/05/1994).

'DEFICIENTE' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive sem ter consciência de que é dono do seu destino.

'LOUCO' é aquele não procura ser feliz com o que possui.

'CEGO' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

'SURDO' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

'MUDO' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

'PARALÍTICO' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

'DIABÉTICO' é quem não consegue ser doce.

'ANÃO' é quem não sabe deixar o amor crescer.

...E, finalmente, a pior das deficiência é ser miserável, pois:

'MISERÁVEIS' são todos aqueles que não conseguem falar com DEUS.

'A amizade é um amor que nunca morre'